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Cuidando dos ouvidos, nariz e garganta dos Pequenos!

O Prof. Dr. Vinicius Ribas Fonseca, é referência em otorrinolaringologia pediátrica para casos complexos, segunda opnião, com abordagem integrada em otorrino, audiologia e neurociência. 

1 . APNEIA DO SONO PEDIÁTRICA

A apneia obstrutiva do sono (AOS) é um problema conhecido em adultos e pode estar associada a hipertensão, doenças cardíacas, acidente vascular cerebral e, em casos graves, morte súbita.

Além disso, alterações do sono podem causar:

  • sonolência diurna excessiva

  • ganho de peso

  • queda de produtividade

  • dificuldades de relacionamento interpessoal

  • maior risco de acidentes, inclusive automobilísticos

Nas crianças, os distúrbios respiratórios do sono também podem ocorrer — na infância ou adolescência — e, embora tenham semelhanças com os do adulto, apresentam causas, consequências e tratamentos próprios.

O que é apneia obstrutiva do sono pediátrica?

O primeiro sintoma costuma ser o ronco, geralmente:

  • alto

  • diário

  • pior quando a criança dorme de costas

Em alguns casos, o ronco é interrompido por pausas respiratórias (apneias), seguidas de engasgo ou retomada brusca da respiração.

Cerca de 10% das crianças roncam, e aproximadamente 1% das crianças têm apneia obstrutiva do sono.

O que acontece durante a apneia?

Quando ocorre obstrução da respiração durante o sono, o corpo reage como se estivesse em situação de alerta:

  • aumenta a frequência cardíaca

  • o sistema nervoso simpático é ativado

  • a pressão arterial pode se elevar

  • o cérebro é estimulado a despertar

  • o sono é interrompido repetidamente

Embora o sistema cardiovascular infantil muitas vezes tolere essas alterações, o cérebro não tolera bem interrupções repetidas do sono.

Isso pode levar a:

  • desatenção

  • agitação

  • alterações comportamentais

  • prejuízo no aprendizado

Consequências da apneia obstrutiva do sono na criança

Roncos

O ronco pode impactar a própria qualidade do sono e também ser um problema social, especialmente quando a criança divide o quarto ou dorme fora de casa.

Privação de sono

Uma criança com sono fragmentado pode se tornar:

  • mais quieta ou apática

  • desatenta

  • irritadiça

  • menos participativa na escola e em casa

Pode haver piora do rendimento escolar e redução da disposição para atividades físicas, favorecendo inclusive obesidade infantil.

Alterações urinárias

Pode ocorrer nictúria (aumento da produção de urina à noite) e até episódios de enurese noturna (“cama molhada”).

Isso pode estar relacionado a alterações hormonais decorrentes de sono pouco reparador.

Crescimento

O hormônio do crescimento é secretado principalmente durante o sono.

Em crianças com apneia, interrupções repetidas do sono podem interferir nesse processo e, potencialmente, impactar o crescimento.

Déficit de atenção e hiperatividade

Há estudos que identificam os distúrbios respiratórios obstrutivos do sono como um dos fatores que podem contribuir para quadros semelhantes ao déficit de atenção e hiperatividade.

Diagnóstico dos Distúrbios Respiratórios Obstrutivos do Sono (DROS)

Muitas vezes os primeiros sinais são percebidos pelos pais, que observam ou escutam:

  • roncos

  • pausas respiratórias

  • agitação durante o sono

  • cama molhada

  • sono inquieto

Outros sinais podem ser mais sutis:

  • alteração do humor

  • problemas comportamentais

  • baixo rendimento escolar

Avaliação especializada

Uma criança com suspeita de DROS deve ser avaliada por um otorrinolaringologista com experiência pediátrica.

Quando o aumento das amígdalas e/ou adenoides é a principal causa da obstrução, pode ser indicada:

  • amigdalectomia

  • adenoidectomia

  • adenoamigdalectomia

Quando os sintomas são mais leves ou as tonsilas são pequenas, outras causas de obstrução devem ser investigadas, como:

  • rinite alérgica

  • desvio de septo nasal

  • hipertrofia de cornetos nasais

Cada caso deve ser avaliado individualmente, conforme história clínica e exame físico.

Casos especiais

Pacientes com alterações craniofaciais envolvendo mandíbula, maxila ou língua frequentemente apresentam maior risco de distúrbios respiratórios do sono, exigindo avaliação específica conforme o tipo e a gravidade da alteração.

Polissonografia

A polissonografia pode ser utilizada no diagnóstico dos distúrbios do sono.

Entretanto, em crianças, os resultados devem ser interpretados com cautela, pois exames considerados normais ou inconclusivos nem sempre excluem doença, especialmente quando os achados clínicos e a história relatada pelos pais são sugestivos.

Sonoendoscopia

Em alguns casos, pode ser necessário realizar a sonoendoscopia.

Esse exame simula o sono sob anestesia e utiliza uma fibra óptica flexível de pequeno calibre para identificar precisamente os pontos de obstrução, que podem estar:

  • no nariz

  • na faringe

  • na laringe

  • e, em alguns casos, até na traqueia

É um exame particularmente útil em casos complexos ou quando a causa da obstrução não está totalmente clara.

POSSIBILIDADES TÉCNICAS EM PLANEJAMENTO CIRÚRGICO

EXPLICAÇÕES SOBRE ALGUMAS DOENÇAS  TRATADAS PELO DR VINICIUS 

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2. A LÍNGUA PRESA 

 “Língua presa” é o termo popular utilizado para descrever uma condição chamada anquiloglossia, uma alteração que pode limitar os movimentos da língua.

Antes de nascermos, um cordão de tecido localizado no assoalho da boca, chamado frênulo lingual, ajuda a orientar o desenvolvimento das estruturas da cavidade oral. Após o nascimento, ele também participa do posicionamento dos dentes em desenvolvimento.

Com o crescimento, esse frênulo normalmente regride e se torna mais fino.

Em algumas crianças, porém, o frênulo pode ser muito espesso, implantado muito anteriormente (próximo à ponta da língua) ou não regredir adequadamente, podendo causar restrição dos movimentos da língua.

A língua é um dos músculos mais importantes para a fala e para a deglutição, e a anquiloglossia pode estar associada a:

  • Dislalia (dificuldades articulatórias da fala)

  • Disfagia (dificuldade para engolir)

Quando a língua presa precisa de tratamento?

Nos recém-nascidos e lactentes

Alimentação

No bebê, um frênulo muito espesso ou restritivo pode levar a dificuldades de sucção, prejudicando a amamentação e, em alguns casos, contribuindo para baixo ganho de peso.

Essas situações devem ser discutidas com o pediatra, que poderá indicar avaliação especializada com otorrinolaringologista.

O “teste da linguinha”

O chamado teste da linguinha, realizado em muitas maternidades, pode identificar características sugestivas de anquiloglossia.

No entanto, nem toda alteração anatômica exige cirurgia.

De modo geral, a frenulectomia é considerada principalmente quando há:

  • dor importante para a mãe durante a amamentação

  • dificuldade efetiva do bebê para mamar

  • prejuízo no ganho de peso

Em alguns casos, a língua presa pode dificultar tanto a amamentação que leva ao abandono precoce do aleitamento materno.

Nas crianças e adultos

Linguagem

Embora muitos indivíduos com anquiloglossia não apresentem problemas — pois outros movimentos da língua e dos lábios podem compensar a limitação — algumas crianças e adultos podem desenvolver alterações articulatórias da fala.

Por volta dos 3 anos, dificuldades em certos sons podem tornar-se mais perceptíveis, especialmente nos fonemas:

l, r, t, d, n, ti, xi e z

Uma avaliação especializada é recomendada se, aos 3 anos de idade, cerca de metade das palavras da criança não for compreendida fora do círculo familiar.

Embora não exista forma objetiva de prever quais crianças com anquiloglossia terão alterações futuras de fala, algumas características são frequentemente observadas:

  • ponta da língua com formato em “V” invertido ao protruir

  • dificuldade para elevar a língua até os lábios superiores

  • incapacidade de tocar o céu da boca com a língua

  • dificuldade para mover a língua lateralmente

Um teste simples que pode ajudar é perguntar:

A criança consegue lamber facilmente um sorvete de casquinha ou um pirulito?

Se a resposta for não, uma avaliação com especialista pode ser indicada.

Aparência e alterações dentárias

Em crianças maiores, a língua presa também pode impactar aspectos funcionais e anatômicos, podendo estar associada, em alguns casos, a alterações dentárias, como espaço entre os dentes anteriores.

Se houver indicação do pediatra ou do especialista, pode ser considerada a frenulectomia — cirurgia para liberação do freio da língua.

Considerações sobre a frenulectomia

A frenulectomia é um procedimento cirúrgico de baixa complexidade e, em geral, apresenta poucas complicações.

Pode ser realizada de diferentes formas:

  • Recém-nascidos (geralmente menores de seis semanas): muitas vezes pode ser feita em consultório

  • Crianças maiores: pode ser indicada anestesia geral

  • Adultos: frequentemente pode ser realizada em consultório com anestesia local

Quando bem indicada, a frenulectomia pode ter impacto importante na qualidade de vida, contribuindo para melhora da alimentação, da fala e até da autoestima.

POSSIBILIDADES TÉCNICAS EM PLANEJAMENTO CIRÚRGICO

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3.  CIRURGIA DE AMÍGDALAS E ADENÓIDES

(Imagens e vídeos com finalidade exclusivamente educativa, para auxiliar compreensão do procedimento.)

As amígdalas são dois agregados de tecido linfóide localizados na parte de trás da garganta.

As adenoides são formadas pelo mesmo tipo de tecido e ficam localizadas atrás do nariz, acima do céu da boca.

Essas estruturas fazem parte do sistema imunológico, mas podem precisar ser removidas quando aumentam excessivamente e passam a obstruir a via aérea superior, causando dificuldade respiratória.

A cirurgia também pode ser indicada em casos de infecções bacterianas recorrentes de garganta, especialmente quando há:

  • 7 episódios no último ano, ou

  • 5 episódios por ano por dois anos consecutivos, ou

  • 3 episódios por ano por três anos consecutivos

Quais são as cirurgias?

A retirada das amígdalas chama-se amigdalectomia.

A retirada das adenoides chama-se adenoidectomia.

Frequentemente, ambas são realizadas em conjunto — procedimento chamado:

Adenoamigdalectomia

Como é a cirurgia?

A adenoamigdalectomia é um procedimento cirúrgico ambulatorial, realizado sob anestesia geral, com duração média de 30 a 45 minutos.

Normalmente, o paciente permanece em observação no hospital por cerca de 4 horas após a cirurgia.

Em alguns casos, pode ser necessário passar a noite no hospital, por exemplo quando há:

  • sangramento mais importante

  • dificuldade de ingestão de líquidos no pós-operatório

  • condições prévias da criança que exijam observação prolongada

Após a cirurgia

A maioria dos pacientes precisa de 7 a 10 dias para se recuperar, embora alguns possam precisar de até duas semanas para recuperação completa. Não viajar por 14 dias (10 dias de adenóides). 

Algumas orientações são importantes:

Alimentação e líquidos

O mais importante para uma boa recuperação é:

1) manter excelente hidratação
2)  ingerir calorias adequadas
3)  manter bom consumo de carboidratos e proteínas

Alimentos macios estão liberados!!!

Frequentemente estimulamos alimentos frios, mas alimentos mornos ou em temperatura ambiente também podem ser oferecidos.

Nas primeiras 24 horas, recomenda-se evitar leite e derivados mais gordurosos.

Podem ser oferecidos:

  • sucos não ácidos

  • iogurte

  • pudins

  • sorvetes

  • vitaminas

  • mingaus

  • sopas

  • alimentos batidos no liquidificador

Evitar por 7 dias:

  • alimentos duros

  • ásperos

  • pontiagudos (como torradas, salgadinhos ou biscoitos secos)

Alguns pacientes podem apresentar náuseas ou vômitos nas primeiras 24 horas, o que geralmente melhora espontaneamente.

Procure seu médico caso surjam sinais de desidratação, como:

  • olhos fundos

  • urinar menos de 2–3 vezes ao dia

  • choro sem lágrimas

  • boca ou lábios secos

Febre

Febre baixa pode ocorrer nos primeiros dias.

Entre em contato com seu médico se houver febre acima de 38°C.

Atividade física

Evite exercícios físicos intensos por 15 dias após a cirurgia.

São recomendadas apenas atividades leves em casa, sempre supervisionadas.

Respiração

Roncos e obstrução nasal podem ocorrer temporariamente por inchaço no pós-operatório.

Isso costuma melhorar em 10 a 14 dias.

Placa branca na garganta

Após a cirurgia, forma-se uma placa esbranquiçada no local das amígdalas.

Isso é cicatrização — não é infecção.

Sangramento (atenção!)

Pequenos filetes de sangue na saliva ou pelo nariz podem eventualmente ocorrer.

Porém:

Sangramento vermelho vivo e ativo não é esperado!

Se isso ocorrer, contate imediatamente seu médico ou procure uma emergência.

Isso pode indicar desprendimento da placa de cicatrização e, embora muitas vezes limitado, pode se tornar volumoso e exigir atendimento urgente.

Dor

Quase todas as crianças sentem dor de garganta após a adenoamigdalectomia.

Também podem ocorrer:

  • dor de ouvido (dor reflexa)

  • dor no pescoço

  • dor na mandíbula (relacionada ao posicionamento durante a cirurgia)

Para evitar dor intensa e tornar o pós-operatório mais confortável:

  • siga rigorosamente os horários dos medicamentos prescritos

  •  use analgésicos (e, quando indicado, anti-inflamatórios) conforme orientação médica

Muitas vezes é melhor oferecer a medicação antes que a dor aumente — mesmo que seja necessário acordar a criança, então seja rigoroso nos horários!.

POSSIBILIDADES DE TÉCNICAS CIRÚRGICAS

Técnicas    podem reduzir dor e sangramento e retorno do crescimento adenoideano como:

  • Microtonsilectomia com microscópio cirúrgico

  • Adenoidectomia com videoendoscopia e utililzação de shaver (microdebridador)

  • Coblation (radiofrequência controlada) amigdalectomia intracapsular

Converse com seu médico sobre a possibilidade de utilização dessas tecnologias na consulta pré-operatória. Vídeos  abaixo com finalidade exclusivamente educativa, para auxiliar compreensão do procedimento .

POSSIBILIDADES TÉCNICAS EM PLANEJAMENTO CIRÚRGICO

EXPLICAÇÕES SOBRE ALGUMAS DOENÇAS  TRATADAS PELO DR VINICIUS 


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    Microtonsilectomia 

    É a amigdalectomia realizada com auxílio de pinças especiais e microscópio, o que garante uma cirurgia com menor sangramento possível e menor dor no pós-operatório Realizada em Curitiba até o momento apenas  pelo Dr. Vinicius Ribas Fonseca

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    Amigdalectomia Intracapsular (coblation®) 

    Técnica moderna com a utilização de ponteira de coblation®, produz um "plasma" na ponta do instrumento e faz uma ablação (derretimento) do tecido da amígdala  fazendo uma amigdalectomia intracapsular  (poupando o músculo) diminuindo a dor no pós operatório . Esta técnica  reduz    sangramento trans e pós-operatório.

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    Adenoidectomia por Videoendoscopia com uso de Microdebridador 

    O Dr. Vinicius Ribas Fonseca foi pioneiro no Brasil na utilização desta tecnologia e um dos cirurgiões que mais utiliza esta técnica em Curitiba e dá aulas Nacionalmente e Internacionamente sobre este tema. A adenoidecotmia com shaver é mais precisa, devido a visualização endoscópica da adenóide e mais eficaz pois retira adenóide em áreas que na técnica tradicional (curetagem) são de difícil acesso. o Shaver (microdebridador) é um aspirador com uma lâmina rotatória que aspira e destrói o tecido adenoideano. Isto tudo diminui a chance de recrescimento da adenóide e necessidades de novas cirurgias. Ideal para crianças pequenas e segundas cirurgias.

4. SOBRE TUBOS DE VENTILAÇÃO

Quem precisa e por quê?

As otites médias agudas podem ser consideradas um verdadeiro “rito de passagem” na infância. Até os cinco anos de idade, a maioria das crianças já apresentou pelo menos um episódio de infecção de ouvido.

Grande parte dessas infecções se resolve espontaneamente, necessitando apenas de analgésicos e medidas de suporte (geralmente de origem viral). Outras, de causa bacteriana, são tratadas com antibióticos.

No entanto, em alguns casos, as infecções podem se tornar recorrentes ou o líquido na orelha média (efusão) pode persistir, levando a problemas como:

  • perda auditiva

  • atraso ou alteração na fala

  • dificuldades de comportamento

  • desconforto auditivo

Nessas situações, pode ser indicada a colocação de tubos de ventilação por meio de uma cirurgia chamada timpanostomia.

O que são tubos de ventilação?

Os tubos de ventilação são pequenos dispositivos cilíndricos inseridos na membrana timpânica (tímpano) para permitir:

  • a entrada de ar na orelha média

  • a drenagem de secreções acumuladas

Eles também podem ser chamados de:

  • tubos de timpanostomia

  • tubos de miringotomia

  • carretéis

  • ou simplesmente “tubinhos”

Podem ser feitos de diferentes materiais e, em alguns casos, possuem revestimentos que ajudam a reduzir infecções.

Existem dois tipos principais:

  • Curta duração: permanecem por cerca de 6 meses a 1 ano e geralmente caem espontaneamente

  • Longa duração: permanecem por mais tempo e, em alguns casos, precisam ser removidos pelo médico

Quem precisa de tubos de ventilação?

A indicação mais comum ocorre quando há:

  • otites médias agudas recorrentes

  • presença persistente de líquido na orelha média (otite média com efusão) com impacto na audição

Embora mais frequente em crianças, também pode ocorrer em adolescentes e adultos.

Outras condições que podem justificar a colocação incluem:

  • disfunção da tuba auditiva

  • malformações craniofaciais

  • síndrome de Down

  • fenda palatina

  • barotrauma (ex: variações de pressão em voo ou mergulho)

A cirurgia é extremamente comum — especialmente em crianças entre 1 e 3 anos — e é um dos procedimentos mais realizados na infância com anestesia geral.

Benefícios esperados

A colocação dos tubos pode:

  • reduzir a frequência de infecções

  • melhorar a audição

  • favorecer o desenvolvimento da fala

  • melhorar equilíbrio e comportamento

  • contribuir para melhora do sono

Como é feita a cirurgia?

O procedimento chama-se miringotomia com inserção de tubo de ventilação.

Consiste em:

  1. Realizar um pequeno corte no tímpano

  2. Aspirar o líquido da orelha média

  3. Inserir o tubo no local

Se o tubo não fosse colocado, essa abertura se fecharia em poucos dias.

Tipo de anestesia

  • Crianças pequenas: anestesia geral

  • Crianças maiores e adultos: em alguns casos, anestesia local

A cirurgia é rápida — geralmente dura menos de 15 minutos — e o paciente acorda rapidamente.

Adenoide: quando associar a cirurgia?

Em alguns casos, o médico pode indicar a retirada das adenoides (adenoidectomia), principalmente quando:

  • há necessidade de múltiplas colocações de tubo

  • existe obstrução nasal associada

Isso pode reduzir a recorrência das infecções.

O que esperar após a cirurgia?

Após o procedimento:

  • o paciente permanece em observação por curto período

  • geralmente recebe alta no mesmo dia

Sintomas leves podem ocorrer:

  • sonolência

  • irritabilidade

  • náuseas (relacionadas à anestesia)

A melhora da audição costuma ser rápida e perceptível quando havia líquido na orelha.

Cuidados após a cirurgia

O médico poderá orientar:

  • uso de gotas otológicas por alguns dias

  • acompanhamento ambulatorial

  • realização de audiometria posteriormente

Sobre água no ouvido:

  • nem sempre é necessário proteger durante o banho

  • em mergulhos ou atividades aquáticas, pode ser recomendado uso de proteção

A orientação deve ser individualizada.

Quando procurar avaliação médica?

A avaliação com otorrinolaringologista é indicada em casos de:

  • infecções de ouvido frequentes

  • falha no tratamento com antibióticos

  • suspeita de perda auditiva

  • presença persistente de líquido na orelha

  • dor ou desconforto com mudanças de pressão

Possíveis complicações

O procedimento é seguro e apresenta baixo risco. Quando ocorrem complicações, podem incluir:

  1. Perfuração persistente do tímpano

  • pode ocorrer após a saída do tubo

  • em alguns casos, requer correção cirúrgica (timpanoplastia)

   2. Cicatrizes no tímpano (timpanoclerose)

  • geralmente sem impacto na audição

   3. Infecções

  • podem ocorrer, mas tendem a ser mais leves

  • geralmente tratadas com gotas

   4. Saída precoce do tubo

  • pode levar à recorrência do problema

  5.Permanência prolongada do tubo

  • pode exigir remoção médica  

POSSIBILIDADES TÉCNICAS EM PLANEJAMENTO CIRÚRGICO

EXPLICAÇÕES SOBRE ALGUMAS DOENÇAS  TRATADAS PELO DR VINICIUS 


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    Video de uma colocação do tubo de ventilação

    Este vídeo é o tempo principal  de  uma cirurgia timpanostomia de colocação de tubos de ventilação de curta duração de silicone  com utilização de microscópio cirúrgico. Observe que a secreção da orelhamédia sai sob pressão e ela estava impedindo o tímpano de vibrar e causando perda auditiva.

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    Recurso 2

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Excelência em Otorrinolaringologia Pediátrica

Dr. Vinicius Ribas Fonseca é um renomado otorrinolaringologista pediátrico e Laringologista, atuando há mais de 25 anos no diagnóstico e tratamento de distúrbios respiratórios, auditivos e do sono em crianças que exigem um diagnóstico preciso e conduta individualizada.

É formado em pela Faculdade Evangélica do Paraná com Residência em Otorrinolaringologia no Hospital Angelina Caron, com Mestrado e Doutorado em Cirurgia. É professor titular de Otorrinolaringologia da Universidade Positivo. Professor de Otorrinolaringologia Pediátrica e Laringologia da residência do Hospital da Cruz Vermelha. Possui também graduação em Fonoaudiologia e especialização em Audiologia e Neurociência. É ex-presidente da Academia Brasileira de Otorrinolaringologia Pediátrica.  Combina conhecimento técnico e experiência para oferecer um atendimento Personalizado e Humanizado.

Consultório  Localizado na Rua Roberto Barrozo, 1381, (Hospital Otorrinos Curitiba), com atendimentos de segunda à sexta-feira. Agende uma consulta Particular pelo WhatsApp: 41 984011097 ou  pelo telefone: 041 984011097.

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