(041)984011097

Cuidando dos ouvidos, nariz e garganta dos Pequenos!

O Prof. Dr. Vinicius Ribas Fonseca, é referência em otorrinolaringologia pediátrica para casos complexos, segunda opnião, com abordagem integrada em otorrino, audiologia e neurociência. 

1 . TERMOS DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO CIRÚRGICO 

Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) cirúrgico é um documento formal e obrigatório na prática médica que oficializa a concordância do paciente (ou seu responsável legal) em submeter-se a um procedimento cirúrgico, após ter sido amplamente informado e ter compreendido todos os aspectos técnicos, riscos e benefícios envolvidos. 

Ele representa a formalização do direito à informação e da autonomia do paciente, garantindo que ele tome uma decisão consciente e livre de pressões sobre sua própria saúde. Leia atentamente o consentimento livre esclarecido anote as suas dúvidas para que na consulta pré-opertória o Dr. Vinicius possa esclarecer.

 FAÇA O DOWNLOAD DO ARQUIVO IMPRIMA O TERMO, LEIA COM ATENÇÃO  ASSINE DIGITALMENTE NOS LOCAIS INDICADOS AO LADO (PAI E/OU MÃE) E LEVE NA CONSULTA PRÉ-OPERATÓRIA PARA  RETIRAR SUAS DÚVIDAS SOBRE AS CIRURGIAS

ADENOIDECTOMIA

AMIGDALECTOMIA

ADENOIDECTOMIA E AMIGDALECTOMIA

ADENOIDECTOMIA COM OU SEM AMIGDALECTOMIA E COLOCAÇÃO DE TUBOS DE VENTILAÇÃO 

NASOFIBROLARINGOSCOPIA SOB ANESTESIA

MICROCIRURGIA DE LARINGE

SEPTOPLASTIA E CIRURGIA DOS CORNETOS

FRENOTOMIA LINGUAL

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    O que devo levar na consulta pré-operatória?

    1) Trazer os exames em arquivo digital ou impresso (não trazer a senha e login, pois corre o risco dos arquivos não abrirem no momento da consulta) .

    2) Você deve fazer o download dos Arquivos do termo de consentimento  acima (correspondente a sua cirurgia)   e trazê-los impressos .

    3) Aconselhamos levar   uma lista de perguntas para esclarecer as dúvidas com Dr. Vinicius .

    4) Pais, mães e familiares estão convidados a vir nesta consulta. A criança não precisa vir na consulta pré-operatória a não ser que algo novo precise ser re-avaliado pelo Dr. Vinicius, assim voce terá mais liberdade para fazer perguntas  e se concentrar nas respostas.  

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    Como marcar a consulta pré-operatória?

    PARA OS PACIENTES PARTICULARES: Após exames pré-operatórios, mandar mensagem de texto no WhatsApp para a secretária Virtual (41984011097).

    PARA PACIENTES DE CONVÊNIO: Após os exames pré-operatórios e cirurgia liberada, ligar na telefonia (04133350302) e agendar uma consulta de PRÉ-OPERATÓRIO.

2.  PLANEJAMENTO CIRÚRGICO

Possibilidades Técnicas em Cirurgia Otorrinolaringológica Pediátrica

Informações para famílias em fase de planejamento cirúrgico

Por que este material?

Quando uma cirurgia é indicada para uma criança, a primeira preocupação natural dos pais costuma ser:

  • A cirurgia é realmente necessária?

  • Como será o pós-operatório?

  • Existem diferentes formas de realizar o procedimento?

A resposta para a última pergunta é, em alguns casos, sim.

Assim como em outras áreas da medicina, existem diferentes possibilidades técnicas e recursos complementares que podem ser considerados dependendo do caso.

Este material foi elaborado para ajudar famílias a compreender, de forma simples e objetiva, como essa decisão pode ser discutida.

Cada caso é único

A escolha da técnica cirúrgica não é padronizada para todas as crianças.

Ela pode depender de fatores como:

  • anatomia da criança

  • gravidade da obstrução ou doença

  • histórico clínico

  • objetivos do tratamento

  • características do pós-operatório desejado

Por isso, em alguns casos, mais de uma abordagem pode ser discutida.

Possibilidades técnicas em alguns procedimentos

Em determinadas situações, podem existir recursos ou abordagens complementares que buscam:

  1. maior precisão técnica em etapas do procedimento

  2. melhor visualização anatômica

  3. menor manipulação de tecidos adjacente

  4. maior controle em situações selecionadas

  5. potencial benefício de conforto pós-operatório em alguns casos

Exemplos (quando clinicamente aplicáveis)

Dependendo do procedimento, podem ser discutidas possibilidades como:

  • abordagens assistidas por endoscopia

  • técnicas instrumentais específicas para determinados casos

  • tecnologias complementares para casos selecionados

  • estratégias voltadas à individualização do tratamento

Importante: Nem todas essas possibilidades são necessárias — e nem sempre trazem vantagem em todos os pacientes.

A indicação depende do caso.

O que isso significa na prática?

Significa que, em alguns cenários, podem existir:

Opção A

Abordagem convencional habitualmente utilizada.

Opção B

Abordagem complementar ou tecnologia adicional que pode ser considerada em situações selecionadas.

As duas podem ser válidas.

A discussão é sempre individualizada.

Essas possibilidades substituem a técnica convencional?

Não.

A técnica convencional continua sendo adequada e resolutiva em muitos casos.

O objetivo dessas possibilidades complementares não é substituir rotinas estabelecidas, mas avaliar quando recursos adicionais podem ser úteis.

Algumas dessas opções são cobertas por operadoras?

Em alguns casos, determinados recursos ou tecnologias complementares podem não fazer parte da cobertura habitual de operadoras de saúde.

Quando isso for relevante para o caso do seu filho, essa discussão é feita de forma clara e individualizada durante a consulta pré-operatória.

Como essa decisão é tomada?

A decisão é sempre compartilhada.

Ela considera:

  • o que é adequado do ponto de vista médico

  • o que faz sentido para a família

  • expectativas em relação ao tratamento

  • custos e cobertura, quando aplicável

Não existe decisão automática.

Existe uma conversa.

Perguntas que podem ser úteis levar para a consulta

Você pode perguntar:

  • Existem opções técnicas diferentes para esse caso?

  • Há alguma vantagem prática para meu filho?

  • Isso muda recuperação ou conforto pós-operatório?

  • No nosso caso, faz sentido discutir essas possibilidades?

Essas são perguntas muito pertinentes.

Mensagem importante às famílias

O mais importante não é escolher “a técnica mais nova”, mas a técnica mais apropriada para a criança.

Esse é sempre o objetivo.

Dúvidas????

Se houver dúvidas sobre o planejamento cirúrgico, essas possibilidades podem ser discutidas na consulta pré-operatória.

TONSILECTOMIA COM USO COBLATION  é a amigdalectomia com uso de bisturir de alta frequência que visa realizar a tonsilectomia "intracapsular", com um menor taxa de dor pós-operatória e menor índice de sangramento

ADENOIDECOMIA COM USO DE MICRODEBRIDADOR é a adenoidectomia realizada com "shaver" um equipamento que realiza a aspiração e debridação do tecido adenoideano e permite uma adenoidectomia mais precisa e com menor taxa de recidiva (retorno da adenoide) 

MICROTONSILECOTMIA amigdalectomia com uso de microscópio  e pinças especiais o que pode proporcionais   menor dor e menor sangramento trans e pós-operatório devido a Magnificação (ampliação da visualização da área operatória) e melhor hemostasia (cauterização dos vasos).

(Imagens e vídeos ao lado e abaixo com finalidade exclusivamente educativa, para auxiliar compreensão do procedimento.)

RINITE ALÉRGICA

A rinite alérgica é uma inflamação crônica da mucosa nasal desencadeada por uma reação exagerada do sistema imunológico a alérgenos inalados, como:

  • ácaros

  • mofo

  • pelos de animais

  • pólens

É uma condição muito comum na infância e pode ter impacto importante na respiração, no sono e na qualidade de vida.

Sintomas

Os sintomas mais frequentes incluem:

  • espirros frequentes e repetitivos, muitas vezes mais intensos pela manhã

  • coriza clara (nariz escorrendo)

  • obstrução nasal (nariz entupido)

  • coceira no nariz

  • coceira nos olhos, garganta e céu da boca

As crises de rinite podem, inclusive, preceder infecções virais das vias aéreas, como resfriados e sinusites, pois a inflamação causada pela rinite pode facilitar a penetração de vírus e bactérias.

Investigação e diagnóstico

O diagnóstico da rinite alérgica é, principalmente, clínico, baseado na história e no exame físico.

Quando necessário, pode ser confirmado e melhor caracterizado por testes alérgicos, como:

  • Prick test (teste cutâneo de alergia)

  • IgE específica (RAST), realizado no sangue

Esses exames podem ajudar a identificar os alérgenos envolvidos e orientar melhor o tratamento.

Tratamento

Identificar e evitar os alérgenos desencadeantes é parte fundamental do tratamento (controle ambiental).

O tratamento pode incluir:

  • lavagem nasal com soro fisiológico em jato contínuo

  • corticosteroides nasais (tratamento padrão-ouro)

  • anti-histamínicos (antialérgicos)

Em alguns casos, outras estratégias podem ser necessárias, dependendo da gravidade e da frequência dos sintomas.

Um ponto muito importante

Entender o papel da rinite na obstrução nasal crônica é fundamental.

Quando a criança apresenta sinais de rinite alérgica associados a outras causas de obstrução nasal — como:

  • aumento das amígdalas ou adenoides

  • desvio de septo nasal

— a rinite deve, em geral, ser tratada adequadamente por cerca de dois meses antes de se definir necessidade cirúrgica, salvo situações específicas.

Muitas vezes, um bom controle da rinite pode reduzir sintomas, melhorar a respiração nasal e até evitar cirurgia.

POSSIBILIDADES TÉCNICAS EM PLANEJAMENTO CIRÚRGICO

EXPLICAÇÕES SOBRE ALGUMAS DOENÇAS  TRATADAS PELO DR VINICIUS 

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    Microtonsilectomia 

    É a amigdalectomia realizada com auxílio de pinças especiais e microscópio, o que garante uma cirurgia com menor sangramento possível e menor dor no pós-operatório Realizada em Curitiba até o momento apenas  pelo Dr. Vinicius Ribas Fonseca

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    Adenoidectomia por Videoendoscopia com uso de Microdebridador 

    É a realização da adenoidectomia com a visualização endoscópica e utilização do "shaver" que é um equipamento que aspira e debrida a adenoide, realizando uma cirurgia mais eficaz com uma menor chance de retorno da adenóide. O Dr. Vinicius Ribas Fonseca foi pioneiro no Brasil na utilização desta tecnologia e um dos cirurgiões que mais utiliza esta técnica em Curitiba e dar aulas Nacionalmente e Internacionamente sobre este tema.

SINUSITES DE REPETIÇÃO  

Caracteriza-se pela ocorrência de quatro ou mais episódios de sinusite bacteriana aguda em um ano, com resolução completa dos sintomas entre as crises.

Causas

A sinusite de repetição está frequentemente associada a fatores predisponentes, como:

  • rinite alérgica não tratada

  • desvio de septo nasal

  • pólipos nasais

  • deficiências imunológicas

  • infecções virais frequentes

Essas infecções são particularmente comuns em crianças que frequentam ambientes comunitários, como berçários, creches e escolinhas, devido à maior exposição a vírus respiratórios.

Sintomas

Diferentemente dos adultos, dor ou pressão facial é uma queixa incomum em crianças.

Os sintomas mais frequentes incluem:

  • obstrução nasal prolongada após um resfriado

  • secreção nasal amarelada ou esverdeada

  • tosse, especialmente ao deitar ou durante o dia

Alguns sinais sugerem evolução para sinusite bacteriana e merecem atenção:

  • sintomas de resfriado que persistem por 10 dias ou mais, sem melhora

  • piora após uma fase inicial de melhora (por exemplo: aumento da obstrução nasal, queda do estado geral ou retorno da febre)

  • evolução prolongada do quadro respiratório

É muito importante realizar uma avaliação completa da criança, incluindo:

  • ausculta pulmonar

  • exame cuidadoso das vias aéreas superiores

  • medida da saturação de oxigênio, quando indicado

Tratamento

Algumas medidas de suporte podem ajudar no controle dos sintomas e na recuperação:

  • lavagem nasal com soro fisiológico em jato contínuo, várias vezes ao dia

  • aumento da ingestão de líquidos

  • analgésicos e antitérmicos para dor e febre

  • repouso

  • adequada ingestão calórica (carboidratos e proteínas)

Antibióticos devem ser usados apenas sob indicação médica, pois nem todo quadro prolongado representa infecção bacteriana.

Quando a sinusite está relacionada a uma crise inicial de rinite alérgica, pode ser necessário avaliar:

  • uso de corticosteroides nasais

  • controle das alergias

  • medidas de controle ambiental

O tratamento da causa predisponente é fundamental para reduzir novas crises.

POSSIBILIDADES TÉCNICAS EM PLANEJAMENTO CIRÚRGICO

EXPLICAÇÕES SOBRE ALGUMAS DOENÇAS  TRATADAS PELO DR VINICIUS 

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    Microtonsilectomia 

    É a amigdalectomia realizada com auxílio de pinças especiais e microscópio, o que garante uma cirurgia com menor sangramento possível e menor dor no pós-operatório Realizada em Curitiba até o momento apenas  pelo Dr. Vinicius Ribas Fonseca

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    Adenoidectomia por Videoendoscopia com uso de Microdebridador 

    É a realização da adenoidectomia com a visualização endoscópica e utilização do "shaver" que é um equipamento que aspira e debrida a adenoide, realizando uma cirurgia mais eficaz com uma menor chance de retorno da adenóide. O Dr. Vinicius Ribas Fonseca foi pioneiro no Brasil na utilização desta tecnologia e um dos cirurgiões que mais utiliza esta técnica em Curitiba e dar aulas Nacionalmente e Internacionamente sobre este tema.

OTITES DE REPETIÇÃO

As infecções da orelha média são comuns em crianças devido às características da tuba auditiva (ou trompa de Eustáquio) — canal que comunica a orelha média com a parte de trás do nariz.

Nas crianças, essa estrutura é mais curta, mais fina e mais horizontal, o que facilita a subida de microrganismos do nariz e da faringe para a orelha.

Além disso, a tuba auditiva pode funcionar de forma inadequada, favorecendo:

  • pressão negativa na orelha (sensação de ouvido tapado)

  • dificuldade para “esvaziar” secreções

  • maior risco de infecções por vírus e bactérias

Consideram-se otites de repetição:

  • 3 episódios em 6 meses, ou

  • 4 episódios em 12 meses,

desde que diagnosticados por médico.

Nesses casos, a avaliação por um especialista é recomendada.

Outros fatores de risco para otites de repetição

Algumas condições aumentam o risco de infecções recorrentes, como:

  • frequência em ambientes comunitários com maior circulação de vírus e bactérias (creches, berçários, escolas)

  • exposição ao fumo passivo

  • ausência de amamentação

  • uso de chupeta

  • amamentação ou mamadeira em posição deitada (em algumas crianças)

  • vacinação incompleta para agentes virais e bacterianos

  • poluição ambiental

  • fatores genéticos

  • menor aporte nutricional

  • populações mais vulneráveis, como crianças institucionalizadas

Sintomas

Uma otite média aguda geralmente é precedida por uma infecção das vias aéreas superiores ou por crises intensas e não tratadas de rinite alérgica.

Os sintomas mais comuns incluem:

  • dor intensa no ouvido (otalgia)

  • febre

  • irritabilidade

  • inapetência (redução do apetite)

  • sintomas gastrointestinais (em algumas crianças)

  • aparente perda temporária da audição

Tratamento e prevenção

Assim como na sinusite, algumas medidas de suporte podem ser importantes:

  • lavagem nasal com soro fisiológico em jato contínuo, várias vezes ao dia

  • aumento da ingestão de líquidos

  • analgésicos e antitérmicos para dor e febre

  • repouso

  • adequada ingestão calórica (carboidratos e proteínas)

Antibióticos devem ser usados apenas sob indicação médica, pois muitas otites são virais, e a indicação do tratamento antibiótico depende de critérios clínicos específicos.

A prevenção inclui:

  • controle de alergias

  • controle ambiental

  • vacinação em dia

  • higiene das mãos em ambientes coletivos

  • identificação e tratamento dos fatores de risco

  • uso de imunoestimulantes, em casos selecionados

  • e, em casos graves, cirurgia para colocação de tubos de ventilação


OTITE MÉDIA COM EFUSÃO

(Otite média serosa ou mucóide)

É a presença de fluido (também chamado de efusão) na orelha média — atrás do tímpano — por período prolongado (mais de 3 meses), sem sinais de infecção aguda (como dor intensa ou febre alta), mas com sinais de prejuízo auditivo.

Pode manifestar-se por:

  • falar muito alto

  • aproximar-se excessivamente das fontes sonoras

  • desatenção

  • pedir para repetir o que foi dito

  • atraso ou involução da fala

Causas

Geralmente ocorre como consequência de:

  • uma otite aguda que não drenou adequadamente

  • bloqueio da tuba auditiva por adenoides aumentadas

  • rinite alérgica não tratada

Algumas crianças, como pacientes com T21 (Síndrome de Down), apresentam maior predisposição a desenvolver otite média com efusão.

Outros sintomas

Além da perda auditiva, podem ocorrer:

  • desequilíbrio

  • piora do rendimento escolar

  • zumbido

  • sensação de ouvido tapado (plenitude auricular)

O diagnóstico pode surgir a partir de:

  • triagens auditivas escolares

  • avaliação clínica do pediatra e do otorrinolaringologista

  • achados na otoscopia (exame do ouvido)

  • exames complementares auditivos

Tratamento

Quando a otite média com efusão persiste por mais de três meses, o tratamento definitivo costuma ser a miringotomia (ou timpanotomia) com colocação de tubos de ventilação.

A duração do quadro pode ser estabelecida pela história clínica e/ou por exames complementares.

Antes que esse período de três meses esteja estabelecido, podem ser tentadas medidas para favorecer a drenagem da secreção pela tuba auditiva, como:

  • uso de soro fisiológico nasal em jato contínuo

  • tratamento da rinite alérgica (quando presente)

  • correção dos fatores de risco ambientais já mencionados

Muitas vezes, a adenoidectomia também pode ser necessária para desobstruir a tuba auditiva e reduzir a presença de bactérias em biofilme próximas à região de drenagem da orelha média.

Quando indicada, pode ser realizada por via endoscópica, idealmente com uso de microdebridador, permitindo maior precisão cirúrgica.

POSSIBILIDADES TÉCNICAS EM PLANEJAMENTO CIRÚRGICO

EXPLICAÇÕES SOBRE ALGUMAS DOENÇAS  TRATADAS PELO DR VINICIUS 

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    Timpanotomia para colocação de tubos de ventilação  

    Este é o tempo principal da cirurgia de colocação de tubos de ventilação, note com a secreção sai da região de dentro da orelha média! O tubo de silicone (de curta duração) é colocado no tímpano para não deixar mais formar o líquido que diminui a audição da criança. Este tubo normalmente fica entre 3 - 6 meses.

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    Adenoidectomia por Videoendoscopia com uso de Microdebridador 

    É a realização da adenoidectomia com a visualização endoscópica e utilização do "shaver" que é um equipamento que aspira e debrida a adenoide, realizando uma cirurgia mais eficaz com uma menor chance de retorno da adenóide. O Dr. Vinicius Ribas Fonseca foi pioneiro no Brasil na utilização desta tecnologia e um dos cirurgiões que mais utiliza esta técnica em Curitiba e dar aulas Nacionalmente e Internacionamente sobre este tema.

LARINGOMALÁCIA 

A laringomalácia é a causa mais comum de estridor (barulho agudo na respiração) em bebês.

Ocorre devido a uma fraqueza ou imaturidade da musculatura que sustenta as cartilagens da laringe (como a epiglote e as aritenoides), fazendo com que essas estruturas colapsem parcialmente para dentro da via aérea durante a respiração.

Frequentemente, manifesta-se como um “guinchado” inspiratório e pode estar associada a dificuldades de deglutição, baixo ganho de peso e prejuízo no desenvolvimento. Quando esses sintomas estão presentes, é importante que o bebê seja avaliado por um especialista.

Outros sintomas

O sintoma mais típico é um chiado ou barulho agudo ao inspirar, que costuma piorar quando o bebê:

  • chora

  • mama

  • fica deitado de costas

É importante ficar atento a sinais de alerta, como:

  • Cianose (quando lábios ou dedos ficam arroxeados)

  • Tiragem (afundamento da região superior do tórax ou entre as costelas para respirar)

  • Engasgos ou episódios de afogamento durante as mamadas

  • Baixo ganho de peso ou dificuldade no desenvolvimento

  • “Laringites” recorrentes

Na presença desses sinais, uma consulta deve ser agendada o mais rápido possível.

Diagnóstico

Além da história clínica e do exame físico, geralmente é necessário realizar a nasofibrolaringoscopia (exame com fibra óptica flexível e câmera), que pode ser feita em ambiente controlado (consultório especializado) ou, em alguns casos, no centro cirúrgico.

Esse exame permite:

  • confirmar o diagnóstico

  • definir o tipo de laringomalácia

  • documentar imagens para comparação futura

É importante destacar que cerca de 30% dos casos graves de laringomalácia podem estar associados a outras alterações das vias aéreas, e, nessas situações, pode ser necessária avaliação endoscópica sob anestesia.

Tratamento

Na maioria dos casos, a laringomalácia é leve e melhora espontaneamente entre 12 e 18 meses de vida. No entanto, é importante estabelecer o diagnóstico com segurança por meio de exame especializado.

Algumas medidas comportamentais podem ajudar a evitar piora dos sintomas, como:

  • Amamentar o bebê em posição mais vertical

  • Fracionar as mamadas (menores volumes, mais vezes ao dia)

  • Manter o bebê em posição vertical por mais tempo após mamar

  • Realizar higiene e aspiração nasal para reduzir obstrução

  • Colocar o bebê para dormir, sob supervisão, em posição lateral

  • Elevar o berço com colchões ou recursos antirrefluxo, quando orientado pelo médico

Consultas periódicas com otorrinolaringologista pediátrico e pediatra devem ser programadas para acompanhamento frequente.

Nos casos graves — especialmente quando há dificuldade para respirar ou para ganhar peso — pode ser necessária uma cirurgia chamada supraglotoplastia, realizada por especialistas em vias aéreas pediátricas.

POSSIBILIDADES TÉCNICAS EM PLANEJAMENTO CIRÚRGICO

EXPLICAÇÕES SOBRE ALGUMAS DOENÇAS  TRATADAS PELO DR VINICIUS 

  • Man A line styled icon from Orion Icon Library.

    Microtonsilectomia 

    É a amigdalectomia realizada com auxílio de pinças especiais e microscópio, o que garante uma cirurgia com menor sangramento possível e menor dor no pós-operatório Realizada em Curitiba até o momento apenas  pelo Dr. Vinicius Ribas Fonseca

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    Adenoidectomia por Videoendoscopia com uso de Microdebridador 

    É a realização da adenoidectomia com a visualização endoscópica e utilização do "shaver" que é um equipamento que aspira e debrida a adenoide, realizando uma cirurgia mais eficaz com uma menor chance de retorno da adenóide. O Dr. Vinicius Ribas Fonseca foi pioneiro no Brasil na utilização desta tecnologia e um dos cirurgiões que mais utiliza esta técnica em Curitiba e dar aulas Nacionalmente e Internacionamente sobre este tema.

FARINGOTONSILITES (AMIGDADALITES) RECORRENTES

Faringotonsilites recorrentes em crianças são frequentemente causadas por vírus ou bactérias (Streptococcus pyogenes). Causam dor de garganta, febre alta e prostração e um grande impacto na qualidade de vida das crianças e na família. 

Principais Aspectos:

  • Definição: ( 7  ou mais episódios (com característica bacteriana)  nos últimos 12 meses, 5 episódios por ano por dois anos seguidos ou 3 episódios por ano por 3 anos seguidos) 

  • Causas: A maioria é viral, mas infecções estreptocócicas (bacterianas) são comuns entre 5-15 anos,  saber o agente causador da amigdalite é muito importante na terapêutica (se viral precisamos usar apenas medicamentos de suporte se baceteriana o tratamento é com antibióticos.

  • Fatores de Risco: Frequência em creches/escolas, exposição a fumantes, e fatores imunológicos.

  • Diagnóstico: Para saber se a infecção é bacteriana um teste rápido laboratorial pode ser realizado para o diagnóstico este teste tem alta sensibilidade e especificidade para bactéria, mas deve ser utilizados se os critérios clínicos sugerem a infecção bacteriana (Febre alta (acima de 38oC, Secreçaõ esbranquiçada sobre as amigdalas, linfonodos cervicais (ínguas no pescoço), ausência de sintomas virais como nariz escorrendo, espirros ou tosse e idade (amigdalite bacteriana é mais frequente entre 5 e 15 anos). Nos casos de permanecerem  cultura de orofaringe para confirmar a infecção bacteriana (padrão ouro).

  • Tratamento: O tratamento inclui medicamentos sintomáticos (analgésicos e antitérmicos) e antibióticos se a infecção for bacteriana. Medicamentos estimulantes imunológicos, boa noites de sono (número de horas e sono de qualidade), alimentação rica em carboidrato proteína, frutas e alimentos não processados, atividades físicas moderadas e de lazer que promovam o bem estar e diminuam o stress costumam diminuir os episódios de amigdalites virais ou bacterianas. 

  • Cirurgia (Amigdalectomia/ tonsilectomia): Indicada para casos severos, onde a qualidade de vida da criança é afetada, com redução comprovada de episódios de faringites.  Quando as infecções recorrentes são comprovadamente bacterianas, ou quando casos especiais ocorrem (pacientes com história de febre reumática, faringotonsilites aftosas recorrentes associados a febre periódicas PFAPAS, síndromes de convulsão associado a faringotonsilites (PANDAS)  a remoção cirúrgica das amígdalas (amigdalectomia também chamada tonsilectomia)   é considerada pelo cirurgião otorrinolaringologista pediátrico. Novas tecnicas de cirurgia de amigdalectomia como a 1) microamigdalectomia (ou microtonsilectomia) cirurgia de amigdalas realizada com microscópio e pinças especiais, 2) tonsilectomia intracapsular (com uso de microdebridador ou coblation) tem diminuído a dor e o risco da cirurgia de amigdalas. 

POSSIBILIDADES TÉCNICAS EM PLANEJAMENTO CIRÚRGICO

EXPLICAÇÕES SOBRE ALGUMAS DOENÇAS  TRATADAS PELO DR VINICIUS 

  • Man A line styled icon from Orion Icon Library.

    Microtonsilectomia 

    É a amigdalectomia realizada com auxílio de pinças especiais e microscópio, o que garante uma cirurgia com menor sangramento possível e menor dor no pós-operatório Realizada em Curitiba até o momento apenas  pelo Dr. Vinicius Ribas Fonseca

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    Adenoidectomia por Videoendoscopia com uso de Microdebridador 

    É a realização da adenoidectomia com a visualização endoscópica e utilização do "shaver" que é um equipamento que aspira e debrida a adenoide, realizando uma cirurgia mais eficaz com uma menor chance de retorno da adenóide. O Dr. Vinicius Ribas Fonseca foi pioneiro no Brasil na utilização desta tecnologia e um dos cirurgiões que mais utiliza esta técnica em Curitiba e dar aulas Nacionalmente e Internacionamente sobre este tema.

4. DIFERENÇAS E ACOMODAÇÃO E TAXA DE DISPONIBILIDADE

A diferença entre acomodação cirúrgica   refere-se ao tipo de internação contratada, conforto e algumas peculiaridades além do habitual e necessário de uma acomodação típica, que pode tornar o dia cirúrgico mais confortável possível para a família  e para a criança. 

A taxa de disponibilidade do médico cirurgião é um valor cobrado à parte pelo profissional que realizará a cirurgia do paciente, nos  finais de semana e feriados e um acompanhamento diferenciado no pós-operatório.

Aqui está a explicação detalhada:

1. Acomodação Cirúrgica (Enfermaria x Apartamento)

É a modalidade de quarto contratada no plano de saúde que define o nível de privacidade e conforto durante a internação:

  • Enfermaria (Acomodação Coletiva): Quarto compartilhado com outros pacientes (dois a quatro leitos), banheiros compartilhados e regras mais restritas para acompanhantes.

  • Apartamento (Acomodação Individual): Quarto privativo, banheiro exclusivo, maior conforto (TV, frigobar) e maior flexibilidade de horário para visitas e acompanhantes, horários diferenciados de cirurgia e alta. 

2. Disponibilidade de Leito

Refere-se à capacidade física do hospital em acomodar o paciente no tipo de acomodação escolhida no momento da cirurgia.

  • A  Diferença de Acomodação: Se o seu plano é Enfermaria, mas você deseja realizar a cirurgia em um Apartamento (upgrade), você pagará uma diferença de custo (honorários médicos) e isso está sujeito à disponibilidade de vaga no hospital. 

Principais Diferenças na Prática da acomodação apartamento :

  • Custo: Apartamentos são mais caros na mensalidade do plano ou exigem pagamento de diferença na hora do uso.

  • Privacidade: Apartamento oferece mais privacidade e conforto para família; Enfermaria é coletiva.

  • Acompanhante: Apartamento permite até dois acompanhantes 24h; Enfermaria costuma limitar a casos específicos (idosos e  menores de idade) apenas um acompanhante.

  • Flexibilidade:  Horários de internamento e alta especiais .

Principais diferenciais  na prática da Disponibilidade Especial

  • Dias e horários especiais de cirurgia  nos finais de semana e feriados, fora dos dias habituais semanais,  e antes do horário regular com prioridade .

  • Acompanhamento  diferenciado no pós-operatório, por equipe médica especializada, atendimento por telefone 24h caso de emergência (durante o pós-operatório)  e horários de retornos flexíveis  de retorno ou consultas online (quando possível).

  • POSSIBILIDADES TÉCNICAS EM PLANEJAMENTO CIRÚRGICO

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    Mudança de acomodação

    Converse com o seu médico e secretária sobre a Mudançada de acomodação e seu custo

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    Disponibilidade de Final de Semana e Feriado e dias/horários especiais

    Converse com o seu médico ou  secretária virtual  sobre, acompanhamento diferenciado  e a taxa de disponibilidade de Final de Semana e Feriados e se  há vagas para estes dias.

Excelência em Otorrinolaringologia Pediátrica

Dr. Vinicius Ribas Fonseca é um renomado otorrinolaringologista pediátrico e Laringologista, atuando há mais de 25 anos em Curitiba. É formado em pela Faculdade Evangélica do Paraná com Residência em Otorrinolaringologia no Hospital Angelina Caron, com Mestrado e Doutorado em Cirurgia. É professor titular de Otorrinolaringologia da Universidade Positivo. Professor de Otorrinolaringologia Pediátrica e Laringologia do Hospital da Cruz Vermelha. Possui graduação em Fonoaudiologia e especialização em Audiologia e Neurociência. É ex-presidente da Academia Brasileira de Otorrinolaringologia Pediátrica.  Combina conhecimento técnico e experiência para oferecer um atendimento Personalizado e Humanizado.

Consultório  Localizado na Rua Roberto Barrozo, 1381, (Hospital Otorrinos Curitiba), com atendimentos de segunda à sexta-feira. Agende uma consulta Particular pelo WhatsApp: 41 984011097 ou  Convênio pelo telefone: 041 33350302.

Depoimentos de Pacientes Satisfeitos

Leia o que nossos pacientes têm a dizer sobre nós.
Maria Clara
Dr. Vinicius é um excelente profissional, super atencioso!
Carlos Alberto
A equipe é ótima e o tratamento foi muito eficaz.
Fernanda Lima
Fiquei impressionada com a dedicação do Dr. Vinicius.

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Operamos em que Hospital?

Hospital Otorrinos Curitiba, Hospital Nossa Senhora das Gralas, Hospital Pequeno Príncipe, Hospital da Cruz Vermelha

Quais são os horários de atendimento?

Atendemos de segunda a quinta-feira (à tarde) e quarta e sexta-feira de manhã, com horários específicos para a rede de operadoras de saúde e pacientes particulares além de teleconsulta particulares  com horários flexíveis 

Como posso agendar uma consulta?

Para agendar uma consulta,  para atendimento pelo convênio ligar para 41 33350302; Para atendimento particulares e teleconsulta pelo whats +55 41 98401-1097  

Onde está localizado o consultório?

Nosso consultório está situado na Rua Roberto Barrozo, 1381, primeiro andar, Merces Curitiba - Paraná . Com estacionamento no local facilitando o acesso aos nossos pacientes.

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