(041)984011097
Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) cirúrgico é um documento formal e obrigatório na prática médica que oficializa a concordância do paciente (ou seu responsável legal) em submeter-se a um procedimento cirúrgico, após ter sido amplamente informado e ter compreendido todos os aspectos técnicos, riscos e benefícios envolvidos.
Ele representa a formalização do direito à informação e da autonomia do paciente, garantindo que ele tome uma decisão consciente e livre de pressões sobre sua própria saúde. Leia atentamente o consentimento livre esclarecido anote as suas dúvidas para que na consulta pré-opertória o Dr. Vinicius possa esclarecer.
ADENOIDECTOMIA E AMIGDALECTOMIA
ADENOIDECTOMIA COM OU SEM AMIGDALECTOMIA E COLOCAÇÃO DE TUBOS DE VENTILAÇÃO
NASOFIBROLARINGOSCOPIA SOB ANESTESIA
1) Trazer os exames em arquivo digital ou impresso (não trazer a senha e login, pois corre o risco dos arquivos não abrirem no momento da consulta) .
2) Você deve fazer o download dos Arquivos do termo de consentimento acima (correspondente a sua cirurgia) e trazê-los impressos .
3) Aconselhamos levar uma lista de perguntas para esclarecer as dúvidas com Dr. Vinicius .
4) Pais, mães e familiares estão convidados a vir nesta consulta. A criança não precisa vir na consulta pré-operatória a não ser que algo novo precise ser re-avaliado pelo Dr. Vinicius, assim voce terá mais liberdade para fazer perguntas e se concentrar nas respostas.
PARA OS PACIENTES PARTICULARES: Após exames pré-operatórios, mandar mensagem de texto no WhatsApp para a secretária Virtual (41984011097).
PARA PACIENTES DE CONVÊNIO: Após os exames pré-operatórios e cirurgia liberada, ligar na telefonia (04133350302) e agendar uma consulta de PRÉ-OPERATÓRIO.


Quando uma cirurgia é indicada para uma criança, a primeira preocupação natural dos pais costuma ser:
A cirurgia é realmente necessária?
Como será o pós-operatório?
Existem diferentes formas de realizar o procedimento?
A resposta para a última pergunta é, em alguns casos, sim.
Assim como em outras áreas da medicina, existem diferentes possibilidades técnicas e recursos complementares que podem ser considerados dependendo do caso.
Este material foi elaborado para ajudar famílias a compreender, de forma simples e objetiva, como essa decisão pode ser discutida.
A escolha da técnica cirúrgica não é padronizada para todas as crianças.
Ela pode depender de fatores como:
anatomia da criança
gravidade da obstrução ou doença
histórico clínico
objetivos do tratamento
características do pós-operatório desejado
Por isso, em alguns casos, mais de uma abordagem pode ser discutida.
maior precisão técnica em etapas do procedimento
melhor visualização anatômica
menor manipulação de tecidos adjacente
maior controle em situações selecionadas
potencial benefício de conforto pós-operatório em alguns casos
Dependendo do procedimento, podem ser discutidas possibilidades como:
abordagens assistidas por endoscopia
técnicas instrumentais específicas para determinados casos
tecnologias complementares para casos selecionados
estratégias voltadas à individualização do tratamento
Importante: Nem todas essas possibilidades são necessárias — e nem sempre trazem vantagem em todos os pacientes.
A indicação depende do caso.
Significa que, em alguns cenários, podem existir:
Abordagem convencional habitualmente utilizada.
Abordagem complementar ou tecnologia adicional que pode ser considerada em situações selecionadas.
As duas podem ser válidas.
A discussão é sempre individualizada.
Não.
A técnica convencional continua sendo adequada e resolutiva em muitos casos.
O objetivo dessas possibilidades complementares não é substituir rotinas estabelecidas, mas avaliar quando recursos adicionais podem ser úteis.
Em alguns casos, determinados recursos ou tecnologias complementares podem não fazer parte da cobertura habitual de operadoras de saúde.
Quando isso for relevante para o caso do seu filho, essa discussão é feita de forma clara e individualizada durante a consulta pré-operatória.
A decisão é sempre compartilhada.
Ela considera:
o que é adequado do ponto de vista médico
o que faz sentido para a família
expectativas em relação ao tratamento
custos e cobertura, quando aplicável
Não existe decisão automática.
Existe uma conversa.
Você pode perguntar:
Existem opções técnicas diferentes para esse caso?
Há alguma vantagem prática para meu filho?
Isso muda recuperação ou conforto pós-operatório?
No nosso caso, faz sentido discutir essas possibilidades?
Essas são perguntas muito pertinentes.
O mais importante não é escolher “a técnica mais nova”, mas a técnica mais apropriada para a criança.
Esse é sempre o objetivo.
Dúvidas????
Se houver dúvidas sobre o planejamento cirúrgico, essas possibilidades podem ser discutidas na consulta pré-operatória.
TONSILECTOMIA COM USO COBLATION é a amigdalectomia com uso de bisturir de alta frequência que visa realizar a tonsilectomia "intracapsular", com um menor taxa de dor pós-operatória e menor índice de sangramento
ADENOIDECOMIA COM USO DE MICRODEBRIDADOR é a adenoidectomia realizada com "shaver" um equipamento que realiza a aspiração e debridação do tecido adenoideano e permite uma adenoidectomia mais precisa e com menor taxa de recidiva (retorno da adenoide)
MICROTONSILECOTMIA amigdalectomia com uso de microscópio e pinças especiais o que pode proporcionais menor dor e menor sangramento trans e pós-operatório devido a Magnificação (ampliação da visualização da área operatória) e melhor hemostasia (cauterização dos vasos).
(Imagens e vídeos ao lado e abaixo com finalidade exclusivamente educativa, para auxiliar compreensão do procedimento.)
Técnica moderna com a utilização de microscópio e pinças especiais , realizada em Curitiba, até o momento, apenas pelo Dr. Vinicius Ribas Fonseca
Técnica moderna com a utilização de ponteira de coblation®, produz um "plasma" na ponta do instrumento e faz uma ablação (derretimento) do tecido da amígdala fazendo uma amigdalectomia intracapsular (poupando o músculo) diminuindo a dor no pós operatório . Esta técnica reduz sangramento trans e pós-operatório.
O Dr. Vinicius Ribas Fonseca foi pioneiro no Brasil na utilização desta tecnologia e um dos cirurgiões que mais utiliza esta técnica em Curitiba e dá aulas Nacionalmente e Internacionamente sobre este tema. A adenoidecotmia com shaver é mais precisa, devido a visualização endoscópica da adenóide e mais eficaz pois retira adenóide em áreas que na técnica tradicional (curetagem) são de difícil acesso. o Shaver (microdebridador) é um aspirador com uma lâmina rotatória que aspira e destrói o tecido adenoideano. Isto tudo diminui a chance de recrescimento da adenóide e necessidades de novas cirurgias. Ideal para crianças pequenas e segundas cirurgias.







A rinite alérgica é uma inflamação crônica da mucosa nasal desencadeada por uma reação exagerada do sistema imunológico a alérgenos inalados, como:
ácaros
mofo
pelos de animais
pólens
É uma condição muito comum na infância e pode ter impacto importante na respiração, no sono e na qualidade de vida.
Sintomas
Os sintomas mais frequentes incluem:
espirros frequentes e repetitivos, muitas vezes mais intensos pela manhã
coriza clara (nariz escorrendo)
obstrução nasal (nariz entupido)
coceira no nariz
coceira nos olhos, garganta e céu da boca
As crises de rinite podem, inclusive, preceder infecções virais das vias aéreas, como resfriados e sinusites, pois a inflamação causada pela rinite pode facilitar a penetração de vírus e bactérias.
Investigação e diagnóstico
O diagnóstico da rinite alérgica é, principalmente, clínico, baseado na história e no exame físico.
Quando necessário, pode ser confirmado e melhor caracterizado por testes alérgicos, como:
Prick test (teste cutâneo de alergia)
IgE específica (RAST), realizado no sangue
Esses exames podem ajudar a identificar os alérgenos envolvidos e orientar melhor o tratamento.
Tratamento
Identificar e evitar os alérgenos desencadeantes é parte fundamental do tratamento (controle ambiental).
O tratamento pode incluir:
lavagem nasal com soro fisiológico em jato contínuo
corticosteroides nasais (tratamento padrão-ouro)
anti-histamínicos (antialérgicos)
Em alguns casos, outras estratégias podem ser necessárias, dependendo da gravidade e da frequência dos sintomas.
Um ponto muito importante
Entender o papel da rinite na obstrução nasal crônica é fundamental.
Quando a criança apresenta sinais de rinite alérgica associados a outras causas de obstrução nasal — como:
aumento das amígdalas ou adenoides
desvio de septo nasal
— a rinite deve, em geral, ser tratada adequadamente por cerca de dois meses antes de se definir necessidade cirúrgica, salvo situações específicas.
Muitas vezes, um bom controle da rinite pode reduzir sintomas, melhorar a respiração nasal e até evitar cirurgia.
É a amigdalectomia realizada com auxílio de pinças especiais e microscópio, o que garante uma cirurgia com menor sangramento possível e menor dor no pós-operatório Realizada em Curitiba até o momento apenas pelo Dr. Vinicius Ribas Fonseca
É a realização da adenoidectomia com a visualização endoscópica e utilização do "shaver" que é um equipamento que aspira e debrida a adenoide, realizando uma cirurgia mais eficaz com uma menor chance de retorno da adenóide. O Dr. Vinicius Ribas Fonseca foi pioneiro no Brasil na utilização desta tecnologia e um dos cirurgiões que mais utiliza esta técnica em Curitiba e dar aulas Nacionalmente e Internacionamente sobre este tema.


Caracteriza-se pela ocorrência de quatro ou mais episódios de sinusite bacteriana aguda em um ano, com resolução completa dos sintomas entre as crises.
A sinusite de repetição está frequentemente associada a fatores predisponentes, como:
rinite alérgica não tratada
desvio de septo nasal
pólipos nasais
deficiências imunológicas
infecções virais frequentes
Essas infecções são particularmente comuns em crianças que frequentam ambientes comunitários, como berçários, creches e escolinhas, devido à maior exposição a vírus respiratórios.
Diferentemente dos adultos, dor ou pressão facial é uma queixa incomum em crianças.
Os sintomas mais frequentes incluem:
obstrução nasal prolongada após um resfriado
secreção nasal amarelada ou esverdeada
tosse, especialmente ao deitar ou durante o dia
Alguns sinais sugerem evolução para sinusite bacteriana e merecem atenção:
sintomas de resfriado que persistem por 10 dias ou mais, sem melhora
piora após uma fase inicial de melhora (por exemplo: aumento da obstrução nasal, queda do estado geral ou retorno da febre)
evolução prolongada do quadro respiratório
É muito importante realizar uma avaliação completa da criança, incluindo:
ausculta pulmonar
exame cuidadoso das vias aéreas superiores
medida da saturação de oxigênio, quando indicado
Algumas medidas de suporte podem ajudar no controle dos sintomas e na recuperação:
lavagem nasal com soro fisiológico em jato contínuo, várias vezes ao dia
aumento da ingestão de líquidos
analgésicos e antitérmicos para dor e febre
repouso
adequada ingestão calórica (carboidratos e proteínas)
Antibióticos devem ser usados apenas sob indicação médica, pois nem todo quadro prolongado representa infecção bacteriana.
Quando a sinusite está relacionada a uma crise inicial de rinite alérgica, pode ser necessário avaliar:
uso de corticosteroides nasais
controle das alergias
medidas de controle ambiental
O tratamento da causa predisponente é fundamental para reduzir novas crises.
É a amigdalectomia realizada com auxílio de pinças especiais e microscópio, o que garante uma cirurgia com menor sangramento possível e menor dor no pós-operatório Realizada em Curitiba até o momento apenas pelo Dr. Vinicius Ribas Fonseca
É a realização da adenoidectomia com a visualização endoscópica e utilização do "shaver" que é um equipamento que aspira e debrida a adenoide, realizando uma cirurgia mais eficaz com uma menor chance de retorno da adenóide. O Dr. Vinicius Ribas Fonseca foi pioneiro no Brasil na utilização desta tecnologia e um dos cirurgiões que mais utiliza esta técnica em Curitiba e dar aulas Nacionalmente e Internacionamente sobre este tema.


As infecções da orelha média são comuns em crianças devido às características da tuba auditiva (ou trompa de Eustáquio) — canal que comunica a orelha média com a parte de trás do nariz.
Nas crianças, essa estrutura é mais curta, mais fina e mais horizontal, o que facilita a subida de microrganismos do nariz e da faringe para a orelha.
Além disso, a tuba auditiva pode funcionar de forma inadequada, favorecendo:
pressão negativa na orelha (sensação de ouvido tapado)
dificuldade para “esvaziar” secreções
maior risco de infecções por vírus e bactérias
Consideram-se otites de repetição:
3 episódios em 6 meses, ou
4 episódios em 12 meses,
desde que diagnosticados por médico.
Nesses casos, a avaliação por um especialista é recomendada.
Outros fatores de risco para otites de repetição
Algumas condições aumentam o risco de infecções recorrentes, como:
frequência em ambientes comunitários com maior circulação de vírus e bactérias (creches, berçários, escolas)
exposição ao fumo passivo
ausência de amamentação
uso de chupeta
amamentação ou mamadeira em posição deitada (em algumas crianças)
vacinação incompleta para agentes virais e bacterianos
poluição ambiental
fatores genéticos
menor aporte nutricional
populações mais vulneráveis, como crianças institucionalizadas
Sintomas
Uma otite média aguda geralmente é precedida por uma infecção das vias aéreas superiores ou por crises intensas e não tratadas de rinite alérgica.
Os sintomas mais comuns incluem:
dor intensa no ouvido (otalgia)
febre
irritabilidade
inapetência (redução do apetite)
sintomas gastrointestinais (em algumas crianças)
aparente perda temporária da audição
Tratamento e prevenção
Assim como na sinusite, algumas medidas de suporte podem ser importantes:
lavagem nasal com soro fisiológico em jato contínuo, várias vezes ao dia
aumento da ingestão de líquidos
analgésicos e antitérmicos para dor e febre
repouso
adequada ingestão calórica (carboidratos e proteínas)
Antibióticos devem ser usados apenas sob indicação médica, pois muitas otites são virais, e a indicação do tratamento antibiótico depende de critérios clínicos específicos.
A prevenção inclui:
controle de alergias
controle ambiental
vacinação em dia
higiene das mãos em ambientes coletivos
identificação e tratamento dos fatores de risco
uso de imunoestimulantes, em casos selecionados
e, em casos graves, cirurgia para colocação de tubos de ventilação
(Otite média serosa ou mucóide)
É a presença de fluido (também chamado de efusão) na orelha média — atrás do tímpano — por período prolongado (mais de 3 meses), sem sinais de infecção aguda (como dor intensa ou febre alta), mas com sinais de prejuízo auditivo.
Pode manifestar-se por:
falar muito alto
aproximar-se excessivamente das fontes sonoras
desatenção
pedir para repetir o que foi dito
atraso ou involução da fala
Causas
Geralmente ocorre como consequência de:
uma otite aguda que não drenou adequadamente
bloqueio da tuba auditiva por adenoides aumentadas
rinite alérgica não tratada
Algumas crianças, como pacientes com T21 (Síndrome de Down), apresentam maior predisposição a desenvolver otite média com efusão.
Outros sintomas
Além da perda auditiva, podem ocorrer:
desequilíbrio
piora do rendimento escolar
zumbido
sensação de ouvido tapado (plenitude auricular)
O diagnóstico pode surgir a partir de:
triagens auditivas escolares
avaliação clínica do pediatra e do otorrinolaringologista
achados na otoscopia (exame do ouvido)
exames complementares auditivos
Tratamento
Quando a otite média com efusão persiste por mais de três meses, o tratamento definitivo costuma ser a miringotomia (ou timpanotomia) com colocação de tubos de ventilação.
A duração do quadro pode ser estabelecida pela história clínica e/ou por exames complementares.
Antes que esse período de três meses esteja estabelecido, podem ser tentadas medidas para favorecer a drenagem da secreção pela tuba auditiva, como:
uso de soro fisiológico nasal em jato contínuo
tratamento da rinite alérgica (quando presente)
correção dos fatores de risco ambientais já mencionados
Muitas vezes, a adenoidectomia também pode ser necessária para desobstruir a tuba auditiva e reduzir a presença de bactérias em biofilme próximas à região de drenagem da orelha média.
Quando indicada, pode ser realizada por via endoscópica, idealmente com uso de microdebridador, permitindo maior precisão cirúrgica.
Este é o tempo principal da cirurgia de colocação de tubos de ventilação, note com a secreção sai da região de dentro da orelha média! O tubo de silicone (de curta duração) é colocado no tímpano para não deixar mais formar o líquido que diminui a audição da criança. Este tubo normalmente fica entre 3 - 6 meses.
É a realização da adenoidectomia com a visualização endoscópica e utilização do "shaver" que é um equipamento que aspira e debrida a adenoide, realizando uma cirurgia mais eficaz com uma menor chance de retorno da adenóide. O Dr. Vinicius Ribas Fonseca foi pioneiro no Brasil na utilização desta tecnologia e um dos cirurgiões que mais utiliza esta técnica em Curitiba e dar aulas Nacionalmente e Internacionamente sobre este tema.


A laringomalácia é a causa mais comum de estridor (barulho agudo na respiração) em bebês.
Ocorre devido a uma fraqueza ou imaturidade da musculatura que sustenta as cartilagens da laringe (como a epiglote e as aritenoides), fazendo com que essas estruturas colapsem parcialmente para dentro da via aérea durante a respiração.
Frequentemente, manifesta-se como um “guinchado” inspiratório e pode estar associada a dificuldades de deglutição, baixo ganho de peso e prejuízo no desenvolvimento. Quando esses sintomas estão presentes, é importante que o bebê seja avaliado por um especialista.
Outros sintomas
O sintoma mais típico é um chiado ou barulho agudo ao inspirar, que costuma piorar quando o bebê:
chora
mama
fica deitado de costas
É importante ficar atento a sinais de alerta, como:
Cianose (quando lábios ou dedos ficam arroxeados)
Tiragem (afundamento da região superior do tórax ou entre as costelas para respirar)
Engasgos ou episódios de afogamento durante as mamadas
Baixo ganho de peso ou dificuldade no desenvolvimento
“Laringites” recorrentes
Na presença desses sinais, uma consulta deve ser agendada o mais rápido possível.
Diagnóstico
Além da história clínica e do exame físico, geralmente é necessário realizar a nasofibrolaringoscopia (exame com fibra óptica flexível e câmera), que pode ser feita em ambiente controlado (consultório especializado) ou, em alguns casos, no centro cirúrgico.
Esse exame permite:
confirmar o diagnóstico
definir o tipo de laringomalácia
documentar imagens para comparação futura
É importante destacar que cerca de 30% dos casos graves de laringomalácia podem estar associados a outras alterações das vias aéreas, e, nessas situações, pode ser necessária avaliação endoscópica sob anestesia.
Tratamento
Na maioria dos casos, a laringomalácia é leve e melhora espontaneamente entre 12 e 18 meses de vida. No entanto, é importante estabelecer o diagnóstico com segurança por meio de exame especializado.
Algumas medidas comportamentais podem ajudar a evitar piora dos sintomas, como:
Amamentar o bebê em posição mais vertical
Fracionar as mamadas (menores volumes, mais vezes ao dia)
Manter o bebê em posição vertical por mais tempo após mamar
Realizar higiene e aspiração nasal para reduzir obstrução
Colocar o bebê para dormir, sob supervisão, em posição lateral
Elevar o berço com colchões ou recursos antirrefluxo, quando orientado pelo médico
Consultas periódicas com otorrinolaringologista pediátrico e pediatra devem ser programadas para acompanhamento frequente.
Nos casos graves — especialmente quando há dificuldade para respirar ou para ganhar peso — pode ser necessária uma cirurgia chamada supraglotoplastia, realizada por especialistas em vias aéreas pediátricas.
É a amigdalectomia realizada com auxílio de pinças especiais e microscópio, o que garante uma cirurgia com menor sangramento possível e menor dor no pós-operatório Realizada em Curitiba até o momento apenas pelo Dr. Vinicius Ribas Fonseca
É a realização da adenoidectomia com a visualização endoscópica e utilização do "shaver" que é um equipamento que aspira e debrida a adenoide, realizando uma cirurgia mais eficaz com uma menor chance de retorno da adenóide. O Dr. Vinicius Ribas Fonseca foi pioneiro no Brasil na utilização desta tecnologia e um dos cirurgiões que mais utiliza esta técnica em Curitiba e dar aulas Nacionalmente e Internacionamente sobre este tema.


Faringotonsilites recorrentes em crianças são frequentemente causadas por vírus ou bactérias (Streptococcus pyogenes). Causam dor de garganta, febre alta e prostração e um grande impacto na qualidade de vida das crianças e na família.
Principais Aspectos:
Definição: ( 7 ou mais episódios (com característica bacteriana) nos últimos 12 meses, 5 episódios por ano por dois anos seguidos ou 3 episódios por ano por 3 anos seguidos)
Causas: A maioria é viral, mas infecções estreptocócicas (bacterianas) são comuns entre 5-15 anos, saber o agente causador da amigdalite é muito importante na terapêutica (se viral precisamos usar apenas medicamentos de suporte se baceteriana o tratamento é com antibióticos.
Fatores de Risco: Frequência em creches/escolas, exposição a fumantes, e fatores imunológicos.
Diagnóstico: Para saber se a infecção é bacteriana um teste rápido laboratorial pode ser realizado para o diagnóstico este teste tem alta sensibilidade e especificidade para bactéria, mas deve ser utilizados se os critérios clínicos sugerem a infecção bacteriana (Febre alta (acima de 38oC, Secreçaõ esbranquiçada sobre as amigdalas, linfonodos cervicais (ínguas no pescoço), ausência de sintomas virais como nariz escorrendo, espirros ou tosse e idade (amigdalite bacteriana é mais frequente entre 5 e 15 anos). Nos casos de permanecerem cultura de orofaringe para confirmar a infecção bacteriana (padrão ouro).
Tratamento: O tratamento inclui medicamentos sintomáticos (analgésicos e antitérmicos) e antibióticos se a infecção for bacteriana. Medicamentos estimulantes imunológicos, boa noites de sono (número de horas e sono de qualidade), alimentação rica em carboidrato proteína, frutas e alimentos não processados, atividades físicas moderadas e de lazer que promovam o bem estar e diminuam o stress costumam diminuir os episódios de amigdalites virais ou bacterianas.
Cirurgia (Amigdalectomia/ tonsilectomia): Indicada para casos severos, onde a qualidade de vida da criança é afetada, com redução comprovada de episódios de faringites. Quando as infecções recorrentes são comprovadamente bacterianas, ou quando casos especiais ocorrem (pacientes com história de febre reumática, faringotonsilites aftosas recorrentes associados a febre periódicas PFAPAS, síndromes de convulsão associado a faringotonsilites (PANDAS) a remoção cirúrgica das amígdalas (amigdalectomia também chamada tonsilectomia) é considerada pelo cirurgião otorrinolaringologista pediátrico. Novas tecnicas de cirurgia de amigdalectomia como a 1) microamigdalectomia (ou microtonsilectomia) cirurgia de amigdalas realizada com microscópio e pinças especiais, 2) tonsilectomia intracapsular (com uso de microdebridador ou coblation) tem diminuído a dor e o risco da cirurgia de amigdalas.
É a amigdalectomia realizada com auxílio de pinças especiais e microscópio, o que garante uma cirurgia com menor sangramento possível e menor dor no pós-operatório Realizada em Curitiba até o momento apenas pelo Dr. Vinicius Ribas Fonseca
É a realização da adenoidectomia com a visualização endoscópica e utilização do "shaver" que é um equipamento que aspira e debrida a adenoide, realizando uma cirurgia mais eficaz com uma menor chance de retorno da adenóide. O Dr. Vinicius Ribas Fonseca foi pioneiro no Brasil na utilização desta tecnologia e um dos cirurgiões que mais utiliza esta técnica em Curitiba e dar aulas Nacionalmente e Internacionamente sobre este tema.


A diferença entre acomodação cirúrgica refere-se ao tipo de internação contratada, conforto e algumas peculiaridades além do habitual e necessário de uma acomodação típica, que pode tornar o dia cirúrgico mais confortável possível para a família e para a criança.
A taxa de disponibilidade do médico cirurgião é um valor cobrado à parte pelo profissional que realizará a cirurgia do paciente, nos finais de semana e feriados e um acompanhamento diferenciado no pós-operatório.
Aqui está a explicação detalhada:
1. Acomodação Cirúrgica (Enfermaria x Apartamento)
É a modalidade de quarto contratada no plano de saúde que define o nível de privacidade e conforto durante a internação:
Enfermaria (Acomodação Coletiva): Quarto compartilhado com outros pacientes (dois a quatro leitos), banheiros compartilhados e regras mais restritas para acompanhantes.
Apartamento (Acomodação Individual): Quarto privativo, banheiro exclusivo, maior conforto (TV, frigobar) e maior flexibilidade de horário para visitas e acompanhantes, horários diferenciados de cirurgia e alta.
2. Disponibilidade de Leito
Refere-se à capacidade física do hospital em acomodar o paciente no tipo de acomodação escolhida no momento da cirurgia.
A Diferença de Acomodação: Se o seu plano é Enfermaria, mas você deseja realizar a cirurgia em um Apartamento (upgrade), você pagará uma diferença de custo (honorários médicos) e isso está sujeito à disponibilidade de vaga no hospital.
Principais Diferenças na Prática da acomodação apartamento :
Custo: Apartamentos são mais caros na mensalidade do plano ou exigem pagamento de diferença na hora do uso.
Privacidade: Apartamento oferece mais privacidade e conforto para família; Enfermaria é coletiva.
Acompanhante: Apartamento permite até dois acompanhantes 24h; Enfermaria costuma limitar a casos específicos (idosos e menores de idade) apenas um acompanhante.
Flexibilidade: Horários de internamento e alta especiais .
Principais diferenciais na prática da Disponibilidade Especial
Dias e horários especiais de cirurgia nos finais de semana e feriados, fora dos dias habituais semanais, e antes do horário regular com prioridade .
Acompanhamento diferenciado no pós-operatório, por equipe médica especializada, atendimento por telefone 24h caso de emergência (durante o pós-operatório) e horários de retornos flexíveis de retorno ou consultas online (quando possível).
Converse com o seu médico e secretária sobre a Mudançada de acomodação e seu custo
Converse com o seu médico ou secretária virtual sobre, acompanhamento diferenciado e a taxa de disponibilidade de Final de Semana e Feriados e se há vagas para estes dias.



Dr. Vinicius Ribas Fonseca é um renomado otorrinolaringologista pediátrico e Laringologista, atuando há mais de 25 anos em Curitiba. É formado em pela Faculdade Evangélica do Paraná com Residência em Otorrinolaringologia no Hospital Angelina Caron, com Mestrado e Doutorado em Cirurgia. É professor titular de Otorrinolaringologia da Universidade Positivo. Professor de Otorrinolaringologia Pediátrica e Laringologia do Hospital da Cruz Vermelha. Possui graduação em Fonoaudiologia e especialização em Audiologia e Neurociência. É ex-presidente da Academia Brasileira de Otorrinolaringologia Pediátrica. Combina conhecimento técnico e experiência para oferecer um atendimento Personalizado e Humanizado.
Consultório Localizado na Rua Roberto Barrozo, 1381, (Hospital Otorrinos Curitiba), com atendimentos de segunda à sexta-feira. Agende uma consulta Particular pelo WhatsApp: 41 984011097 ou Convênio pelo telefone: 041 33350302.
Dr. Vinicius é um excelente profissional, super atencioso!
A equipe é ótima e o tratamento foi muito eficaz.
Fiquei impressionada com a dedicação do Dr. Vinicius.
Hospital Otorrinos Curitiba, Hospital Nossa Senhora das Gralas, Hospital Pequeno Príncipe, Hospital da Cruz Vermelha
Atendemos de segunda a quinta-feira (à tarde) e quarta e sexta-feira de manhã, com horários específicos para a rede de operadoras de saúde e pacientes particulares além de teleconsulta particulares com horários flexíveis
Para agendar uma consulta, para atendimento pelo convênio ligar para 41 33350302; Para atendimento particulares e teleconsulta pelo whats +55 41 98401-1097
Nosso consultório está situado na Rua Roberto Barrozo, 1381, primeiro andar, Merces Curitiba - Paraná . Com estacionamento no local facilitando o acesso aos nossos pacientes.